TORCIDA – FÃS

Torcida. Fanáticos por futebol. Fãs. O que seria do futebol sem esses personagens? Não seria. O futebol não tem como existir sem que exista torcida. Só que no futebol “torcer” vai além do que qualquer outro esporte e posso exemplificar isso. No automobilismo os espectadores torcem por um determinado piloto, mas no fim se aquele piloto irá vencer ou não depende da estratégia da equipe, dos ajustes do carro, do psicológico do piloto, até mesmo da sorte e diversos outros fatores, ou seja, os torcedores não entram nessa equação. No futebol as coisas não são bem assim. Você pode ter um time ruim, mas com jogadores dando raça e se esforçando na partida diante de um estádio lotado, contra um adversário superior em nível técnico, mas que está jogando longe de sua cidade natal. Teoricamente, se fossemos analisar os times no papel a partida seria um massacre e a balança pesaria somente para um lado, porém o fato do adversário estar em um ambiente hostil, diante de um público de mais de 40 mil pessoas torcendo contra e em um campo desconhecido fazem essa balança quase se equilibrar. Derrepente aquele caldeirão, aquela atmosfera criada pelos torcedores contagia os atletas do time mais fraco e eles sentem que era esse “empurrão” que estava faltando para despertar aquela vontade extra em alcançar seu objetivo. Em outro exemplo, o time mais forte pode estar com dificuldades em abrir o placar e o apoio do torcedor acaba sendo fundamental. Da mesma forma que a torcida pode se tornar o décimo segundo jogador de um time e ajudá-lo, também pode facilmente prejudica-lo de várias formas. Quando vemos a torcida insatisfeita com a diretoria, comissão técnica e jogadores isso contribui para aumentar a pressão por resultados positivos e coloca uma alta carga emocional em cada uma das partidas daquele time. Caso a “crise” não seja contida em um curto espaço de tempo, então cabeças começam a rolar e pessoas começam a perder seus empregos (geralmente sobra para o treinador, mas isso é assunto para outra publicação). As torcidas organizadas estão presentes pelo mundo inteiro e fazem parte do dia a dia do futebol. Sem elas não teríamos mosaicos, canções e verdadeiros shows nas arquibancadas.

O Futebol Feminino

O futebol feminino ainda é um tabu em diversos países do mundo. É indiscutível que a modalidade evoluiu demais após o Mundial da França, realizado e disputado em julho de 2019. O futebol feminino no Brasil, assim como acontece com os homens, sofre demais com o péssimo planejamento do calendário, só que ao mesmo tempo também enfrenta dificuldades por dispor de menos recursos financeiros. Com relação ao calendário a principal reclamação é sobre a distribuição do número de partidas disputadas ao longo do ano. Os clubes disputam partidas e campeonatos por sete meses e meio, ficando quatro meses e meio ociosos. Na parte financeira o problema segue sendo o gap gigantesco em comparação com os homens. Para entendermos melhor o tamanho desse gap vou dar um exemplo: o Campeonato Brasileiro Feminino conquistado pela Ferroviária, clube consolidado como um dos mais tradicionais do Brasil, rendeu o prêmio de R$120 mil , enquanto no masculino a premiação passou brincando a marca dos R$20 milhões. O que mais preocupa no Brasil é que nos últimos anos os valores praticados na premiação do futebol feminino não evoluem significadamente, mesmo com a inserção inédita de patrocinadores e também com a transmissão das partidas pela TV aberta (Band e Rede Vida). Apesar da cobertura televisiva, as emissoras não pagam direitos aos clubes como acontece no masculino e mesmo um clube grande como o Corinthians ainda fica no prejuízo quando se trata do seu time feminino. Nos Estados Unidos e no Canadá a modalidade feminina é mais incentivada que a categoria masculina, tanto que as americanas se tornaram a melhor seleção do mundo (4 Copas do Mundo e 4 Ouros Olímpicos). Por lá o futebol é considerado um esporte mais voltado para as mulheres, enquanto o futebol americano e o basquete são voltados aos homens. Algo que chama demais a atenção, é a média de público que encontramos nas partidas de futebol feminino, muitas vezes inclusive sendo bem maior que médias de público de times das primeiras divisões do futebol masculino no Brasil e na Europa. Por falar em futebol europeu, o Barcelona pretende investir e montar um time feminino dentro dos Estados Unidos nos próximos anos. #futebolfeminino

CLUBES LUSO-BRASILEIROS PARTE II

CONTINUAÇÃO…. A Portuguesa construiu uma história sólida dentro do futebol paulista, inclusive com a conquista de três campeonatos paulistas (1935,1936 e 1973). Foi na Portuguesa que grandes jogadores como Djalma Santos (campeão do mundo com o Brasil em 1958), Zé Roberto e até o atacante Dener (que se não tivesse falecido muito jovem iria brilhar demais mundo afora) foram formados e lançados ao mercado profissional. Voltando para o Rio de Janeiro, lá também existe a Associação Atlética Portuguesa, popularmente conhecida como Portuguesa Carioca. O clube não tem o mesmo poderio e fama do Vasco ou a Portuguesa paulista, mas têm sim a sua importância dentro da história do futebol carioca. O mesmo vale para uma terceira Portuguesa, dessa vez a que fica sediada no litoral do estado de São Paulo, em Santos. A Portuguesa Santista (como ficou conhecida) também é um clube de pequeno porte nacionalmente falando, mas que possuí importância dentro da história do futebol paulista. Mas não é só na região sudeste que encontramos clubes ligados a Portugal. Na região norte, a Tuna Luso-Brasileira representa o Pará e os nossos colonizadores, sempre rivalizando contra os outros dois grandes do estado: o Paysandu e o Remo. Entre as maiores conquistas da Tuna Luso estão a segunda divisão do campeonato brasileiro de 1985, a terceira divisão de 1992 e 10 campeonatos estaduais (o último de 1988). Infelizmente todos os clubes citados estão passando por momentos difíceis e conturbados já faz um bom tempo, mas isso não tira o fato de todos eles serem de grande importância para a história do futebol nacional. Com exceção do Vasco, que costuma ser membro cativo da divisão de elite, todos nós sentimos muito a falta da tradicional presença destes clubes nos principais torneios do Brasil. Fica a nossa torcida e principalmente a torcida de toda a colônia portuguesa, para que estas agremiações dêem a volta por cima e se recuperem de seus delicados momentos atuais. Mais para frente farei um trabalho bem mais completo e detalhado sobre as histórias de cada um desses clubes.

OS CLUBES LUSO-BRASILEIROS

OS CLUBES LUSO-BRASILEIROS
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Assim como todas as nações que foram colonizadas, o Brasil também sofreu bastante influência de imigrantes no futebol, principalmente de seu colonizador, Portugal. O Brasil possuí vários clubes luso-brasileiros, sendo o mais famoso e popular deles, o Clube de Regatas Vasco da Gama, sediado no Rio de Janeiro. Alguns dos outros clubes portugueses com bastante história e importância para o futebol brasileiro são: Associação Atlética Portuguesa (Santos), Associação Portuguesa de Desportos (São Paulo) e a Tuna Luso Brasileira (Belém). Há 120 anos atrás, mais precisamente no dia 21 de agosto de 1898, o clube de Regatas Vasco da Gama nasce a partir de um grupo de remadores portugueses e luso-descendentes. Em uma bonita homenagem aos 400 anos da viagem do navegador, batizam o novo clube com o nome do Almirante. A partir de 1915, o clube cria a divisão voltada para o futebol, já que antes disso era voltado exclusivamente para o remo. Historiadores chamam a atenção para o fato de que desde o início, a participação de qualquer pessoa como membro do clube era permitida, independente da origem social ou étnica daquela pessoa, portanto é um clube referência no que se refere à luta contra o racismo. Em 1927 o Vasco inaugurou o estádio de São Januário, que na época era um dos maiores do continente. Entre 1942 e 1952, montaram seu próprio esquadrão invencível, que ficou apelidado de “Expresso da Vitória”. Na sua história o Vasco conquistou inúmeros campeonatos intercontinentais, continentais, nacionais, interestaduais, estaduais e municipais. Isso, sem contar o fato de que o primeiro capitão da nossa seleção a erguer o troféu de campeão do mundo (Bellini na Copa de 58) era jogador do Vasco na época. O Vasco tem milhões de torcedores pelo país e é um dos clubes mais importantes do Brasil. Se o Vasco é o clube luso-brasileiro mais popular, então a Portuguesa vem logo atrás na segunda posição. Com sede na cidade de São Paulo, o clube nasceu da fusão de cinco agremiações todas de origem portuguesa: Lusíadas FC, Sport Club Lusitano, Associação Atlética Marquês de Pombal, Portugal Marinhense e Associação 5 de Outubro. CONTINUA NA PRÓXIMA PARTE

O REI QUE PARAVA GUERRAS

O REI QUE PARAVA GUERRAS
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Depois do que aconteceu em 1969, ninguém mais pode duvidar da força do futebol. Na verdade, essa história aqui mais parece uma daquelas lendas urbanas, do que algo verídico e que realmente aconteceu. Que o Santos de Pelé tinha uma aura mítica, isso todos sabem, mas o que nem todo mundo sabe é que o Rei do Futebol era tão poderoso que conseguia até parar guerras (sim, guerras, no plural). No ano de 1969, o time da Vila Belmiro estava realizando uma excursão pela África e quando chegou ao Congo, se deparou com um país em guerra, no meio de um conflito armado tenso, com uma população dividida e no meio de um país mergulhado em uma guerra pós-independência. Por conta disso, a diretoria do alvinegro entendia que a melhor opção era cancelar o amistoso, porém o povo africano estava tão entusiasmado e empolgado diante da possibilidade de ver Pelé jogar, que optaram por selar um acordo de paz garantindo trégua no conflito pelo tempo que o Santos estivesse ali. Era realmente um momento único, especial e que realmente estava entrando para a história. A comoção popular e o impacto dessa trégua foi tão forte, que o amistoso que seria disputado em partida única, acabou virando uma série de três partidas. Todos os olhos, toda a atenção naquelas partidas estavam voltadas apenas para Pelé, que não decepcionou a população do Congo ao marcar quatro gols. A turnê do Santos pela África ainda incluia uma parada na Nigéria, que infelizmente seguia os mesmos passos do Congo e também vivia um conflito armado. A guerra civil por lá já durava dois anos e quando o Santos chegou, o governador da região, tenente coronel Samuel Ogbemudia, acabou decretando feriado e ainda liberando a passagem das pessoas através da ponte, sobre o rio que ligava duas cidades que vivam em constante conflito. Dessa forma, todas as pessoas da região puderam assistir ao jogo. Mais uma vez, Pelé foi o grande responsável por uma trégua firmada pelos dois lados e com isso conseguiu claramente mostrar ao mundo a força do futebol. Durante a excursão na África o Peixe jogou nove vezes, vencendo cinco, empatando três e perdendo uma. Foram 19 gols marcados, sendo que o Rei Pelé marcou oito.

A HISTÓRIA DO UNIFORME AZUL DO PALMEIRAS

A HISTÓRIA DO UNIFORME AZUL DO PALMEIRAS
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Em 1914 imigrantes italianos fundaram o Palestra Itália, que no futuro viria a ser o Palmeiras.
O uniforme da seleção italiana sempre foi o tradicional azul, uma homenagem à guarda nacional (exército) do país, que usa essa cor na farda, além do azul também ser a cor da realeza. É por isso que a seleção italiana que jogava com a cor azul, ganhou o apelido de esquadra azurra (agora vocês já sabem porque qualquer representante da Itália em qualquer modalidade utiliza o azul). Os imigrantes até pensaram em também optar pela cor azul para o novo clube, mas acabaram decidindo pelas cores da bandeira nacional italiana, ou seja, o verde, o branco e o vermelho. O tricolor Palestra Itália acabou tendo sérios problemas na época da segunda guerra mundial, principalmente porque eram constantemente acusados de apoiar o ditador italiano Benito Mussolini e seu movimento fascista. Com isso, após diversas reuniões ficou decidido que o clube iria alterar seu nome para Palmeiras e remover por completo a cor vermelha. O Palmeiras utilizou a camisa na cor azul em três ocasiões distintas:1929, 1955, 2009 e 2014. A camisa azul utilizada próxima da segunda guerra mundial é a mais famosa e conhecida das três. Essa situação que ocorreu nas proximidades da segunda guerra mundial foi bem polêmica, principalmente porque quando o clube foi obrigado a mudar seu nome, já havia conquistado uma quantidade bem significativa de torcedores, além de já ter conquistado diversos títulos do campeonato regional. Na época o Brasil era governado pelo presidente Getúlio Vargas, que havia declarou guerra aos países do “Eixo” (Alemanha, Itália e Japão) e se aliado aos países “Aliados”, (Estados Unidos, URSS, Grã-Bretanha, França, e outros). Do primeiro escudo do clube (1914) até o escudo atual (1959), foram quatro alterações e seis escudos diferentes. Quem tem uma camisa azul do Palmeiras dificilmente irá se desfazer dela devido a sua importância histórica e sua cor fugindo das tradições do clube. É de se esperar que o Palmeiras faça o lançamento de novas camisas azuis ao longo de sua história, sempre como terceira camisa #palmeiras#palestra #futebolnodetalhecdf

A RIVALIDADE DE SANTOS E BOTAFOGO

CONTINUAÇÃO….foram construindo uma grande história de rivalidade. A primeira decisão em competições oficiais aconteceu em 1962, quando se enfrentaram na final da Taça Brasil (antigo formato do campeonato brasileiro). A final era no no formato ida e volta: no jogo da ida realizado no Pacaembu, vitória do Santos por 4 a 3 e no jogo da volta, 3 a 1 para o Botafogo no Maracanã. Com um triunfo para cada lado, um terceiro jogo foi marcado, novamente no Maracanã. Só que em um dia extremamente inspirado, o Santos ignorou o estádio lotado de cariocas e fez 5 a 0, conquistando a Taça Brasil. A próxima vez que se enfrentaram em uma decisão, foi na semifinal da Libertadores do ano seguinte. Depois de uma ótima atuação do Botafogo no Pacaembu (empate em 1 a 1), o jogo da volta, mais uma vez no Maracanã, dava a oportunidade para o Botafogo se vingar da derrota humilhante da Taça Brasil, porém o Santo novamente mostrou sua força e comandado pelo Rei Pelé meteu 4 a 0 no alvinegro carioca. Outro confronto importante entre Santos e Botafogo ocorreu na decisão do Brasileirão de 1995, quando o Botafogo venceu por 2 a 1 no Maracanã e segurou um empate (polêmico) de 1 a 1 no Pacaembu, se sagrando campeão brasileiro daquele ano. Pelo Brasileiro Unificado os maiores tabus foram: Santos 4 jogos sem perder e Botafogo 7 jogos de invencibilidade (1967-1972), além de um empate com cada clube ficando 4 jogos consecutivos sem marcar gols. O fato é que esse choque de gigantes nas décadas de 50 e 60 fazem muita falta hoje em dia, principalmente quando vemos o futebol brasileiro em crise há pelo menos um década. Ter tido o privilégio de assistir Santos de Pelé contra Botafogo de Garrincha não é para todo mundo. Mesmo com os números dando uma leve vantagem ao Santos, o fato é que até hoje quando esses times se enfrentam, não importa por qual competição, tudo pode acontecer, afinal isso é um clássico com mais de 100 anos de história. É verdade que tanto o Botafogo quanto o Santos estão a muito tempo longe do nível técnico e do prestígio que tinham naquela época, mas como amantes do futebol, o fato é que sempre vamos torcer para voltarmos a ter grandes confrontos como esses. Bons tempos…..

A RIVALIDADE DE SANTOS E BOTAFOGO

* A RIVALIDADE DE SANTOS E BOTAFOGO *
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BOTAFOGO: 37 Vitórias 154 gols
EMPATE: 29
SANTOS: 42 Vitórias 183 gols
NÚMERO DE JOGOS: 108 – 337 gols
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A primeira partida entre Santos e Botafogo ocorreu em amistoso realizado no dia 4 de abril de 1918. Os confrontos entre os dois clubes, constituem um dos maiores clássicos interestaduais do futebol brasileiro. Na verdade, a rivalidade entre esses clubes chegou a ser a maior do país entre as décadas de 50 e 60. Naquela época qualquer partida entre o Santos de Pelé e o Botafogo de Garrincha, era certeza de um grande espetáculo. Hoje, 100 anos depois da primeira partida entre esses dois clubes, ambos já decidiram os principais campeonatos domésticos e internacionais como o Brasileirão, a Copa do Brasil e a Libertadores. Esse clássico fazia uma gigantesca massa de torcedores irem aos estádios e apesar do histórico mostrar públicos gigantescos no confronto, sempre existe um que é imbatível, um que entra para os recordes e para a história. No dia 3 de janeiro de 1962, foi registrado público de 102.348 pagantes no Maracanã, quando na ocasião o Botafogo meteu 3 a 0 no Santos. A maior goleada aplicada pelo Santos, foi exatamente na partida amistosa inaugural de 1918, quando meteram 8 a 2 nos cariocas. A maior goleada aplicada pelo Botafogo também foi em amistoso: em 1935 os cariocas golearam os paulistas por 9 a 2. Ao longo da história ambos os clubes já conquistaram 2 títulos um em cima do outro. Foi durante a década de 50 e 60, quando ambos clubes possuíam os principais jogadores da seleção brasileira campeã do mundo em 58 e 62, que a grande rivalidade entre eles realmente teve início. Ambos os elencos eram disparados os melhores do país, sendo que o alvinegro carioca tinha em sua equipe estrelas como Nilton Santos, Didi, Zagallo, Amarildo e
Garrincha, enquanto o alvinegro da vila belmiro contava com nomes como Mengálvio, Coutinho, Pepe, Gilmar, Zito e Pelé. Portanto, esses dois elencos eram praticamente duas seleções brasileiras de tanta qualidade técnica. Desde a primeira decisão entre os dois clubes, que foi na final do Troféu Teresa Herrera de 1959 (Santos derrotou Botafogo por 4 a 1), os dois clubes CONTINUA….

Curiosidades sobre o futebol Parte IV

• O jogo com maior público registrado em um estádio de futebol foi em 1950, na final da Copa do Mundo disputada entre Brasil e Uruguai no Maracanã
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• A primeira Copa do Mundo feminina foi realizada na China em 1991. Os Estados Unidos venceram a primeira edição .
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• A primeira cobertura de uma partida de futebol na televisão aconteceu em 1937. Foi um jogo treino entre os titulares e os reservas do Arsenal, no estádio Highbury dia 16 de setembro. .
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• Durante uma partida de futebol no Paraguai, entre o Sportivo Ameliano e o General Caballero um total de 20 cartões vermelhos foram mostrados .
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• Em 1996 durante a Copa das Nações Africanas, o jogador da Libéria George Weah pagou pelo uniforme e todas as despesas para que sua seleção pudesse participar do torneio. .
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• Exceto em 1930 e 1950, seleções européias chegaram na final de todas as Copas do Mundo
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• A Copa da Inglaterra é considerada a competição mais antiga de futebol do mundo. .
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• O atual troféu da Copa do Mundo pesa quase 6 kg e é feito com 18 quilates de ouro.
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• Mais de 200 seleções disputam as eliminatórias de uma Copa do Mundo
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• Até o ano de 1882 não existam travessões nos gols, o que significava que qualquer bola que entrasse no meio das duas traves era considerado gol, independente da altura que passavam do chão.
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• O primeiro jogador a tomar um cartão vermelho foi o chileno Carlos Caszely, durante a Copa de 1974 .
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• Em 2002, o alemão Oliver Kahn se tornou o primeiro goleiro a vencer o prêmio de melhor jogador em uma Copa do Mundo
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• Em 1889, o goleiro do Rotherham United Arthur Wharton, nascido em Gana, se tornou o primeiro jogador profissional da África. .
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• Sir Stanley Matthews nunca recebeu um cartão durante sua carreira que durou 33 anos. .
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• Pelé é o único jogador no mundo que fez parte de 3 times diferentes que venceram uma Copa do Mundo
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• A habilidade de Pelé em fazer gols jamais foi igualada por nenhum jogador até hoje. Ele marcou 8 gols em uma única partida, 5 gols seis vezes, 4 gols trinta e uma vezes, além de 3 gols em mais 92 ocasiões. .
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KING FAHD INTERNACIONAL STADIUM

NOME OFICIAL: KING FAHD INTERNACIONAL STADIUM
DONO: Governo Saudita
MANDANTES: Al-Hilal SC, Al Nassr FC e Al-Shabab FC
INAUGURADO: 1987
CAPACIDADE: 64.000
LOCALIZAÇÃO: Riyadh, Arábia Saudita 🇸🇦
APELIDO: A Pérola dos Estádios
#estadioscdf
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Vamos viajar agora até o Oriente Médio, para conhecer um dos mais icônicos e importantes estádios da Arábia Saudita. Embora esse país não seja uma referência no futebol, o Estádio Internacional Rei Fahd é certamente um dos estádios mais conhecidos de todo o continente asiático. Por conta de seu desenho, foi carinhosamente apelidado de “Pérola dos Estádios”. Atualmente ele é usado em sua grande maioria para a prática do futebol, mas às vezes competições de atletismo também são realizadas nele. Inaugurado em 1987, tem uma capacidade para 64 mil torcedores e é compartilhado atualmente por três clubes da primeira divisão nacional. Portanto, se já é complicado montar as rodadas em cidades como Roma e Milão (pois os estádios são divididos por 2 clubes), imagina montar a tabela do campeonato da Arábia Saudita sabendo que três clubes consideram o mesmo estádio “sua casa”. Esse estádio está localizado na terra dos “sheiks” e na época custou 510 milhões de dólares, ou seja, foi bem caro. Ele é um dos estádios mais famosos do mundo e isso se deve principalmente à sua cobertura de 47 mil metros quadrados. A cobertura é suportada por 24 enormes pilares, que juntos reconstroem o formato de uma tenda Beduína (feita para eliminar o calor do deserto). Dois anos após sua construção, recebeu a final da Copa do Mundo Sub-20 e em 2014 o jogo de volta da final da Liga dos Campeões Asiáticos. Geralmente o estádio atinge capacidade máxima, mas sempre sem a presença das mulheres, que ainda são proibidas de irem à partidas de futebol. Os três clubes que utilizam esse estádio, também costumam mandar suas partidas em um estádio menor chamado Prince Faisal bin Fahd quando não acreditam que a partida terá muita adesão dos torcedores. Para quem joga videogames esse estádio é bem familiar, pois está no game da EA desde a versão de 2013. Como um toque final, uma tribuna real foi construída exclusivamente caso o Rei Fahd deseje assistir à alguns jogos.