Manchester United 1998-1999 Parte II

CONTINUAÇÃO…formavam um grupo sólido tanto para defesa, quanto para o ataque. De 1995 até 2001, o Manchester venceu 5 títulos do campeonato inglês em 6 temporadas disputadas, além de conquistar a tríplice coroa em 1998-99 e o mundial de 1999. É indiscutível que essa geração de garotos de ouro do United, é até hoje a leva mais talentosa já extraída das divisões de base do clube inglês. Na época em que Ferguson decidiu carregar toda responsabilidade, sobre a promoção dos garotos para o time principal, foi recebido com muitas críticas da imprensa e questionamentos. A maioria deles era voltada para o fato de ser grande o número de jovens que subiam para o time principal e que não evoluíam como o esperado, principalmente em um clube do peso do Manchester. Só que os garotos que mencionei na primeira parte, junto de atletas mais experientes como Schmeichel e Irwin, simplesmente não sucumbiram a toda essa pressão e mostram ao mundo o verdadeiro potencial de cada um dentro desse grupo. Um fato importante na história dessas conquistas do Manchester, é que desde 1985 que um clube inglês não sabia o que era vencer a principal competição do continente. Como se isso não bastasse, nenhum clube inglês havia sido campeão do mundo até então e muito menos vencido a tríplice coroa, portanto o #esquadroesinvenciveis de Ferguson entrou para a história ao se tornar o primeiro em ambos os quesitos. A Copa da Inglaterra foi vencida em cima do Newcastle (do matador Alan Shearer), o campeonato inglês foi vencido em cima do Arsenal (por um ponto a mais) e a Liga dos Campeões foi vencida em cima do Bayern de Munique (em um dos jogos mais dramáticos da história da competição). A final foi em Barcelona, para um público de mais 90 mil pessoas, os alemães já buscavam seu quarto título europeu e ainda contavam com uma verdadeira seleção: Kahn, Matthäus, Babbel, Linke, Kuffour, Tarnat, Effenberg, Jeremies, Basler, Jancker e Zickler. Até os 22 minutos do segundo tempo o placar seguia 1 a 0 para o Bayern, mas aí Ferguson resolveu que era hora de ligar o modo “ultra-ofensivo”: ele trocou o sueco Blomqvist por Teddy Sheringham e aos 36 minutos trocou Cole por Solskjaer (sim o atual técnico CONTINUA

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