Bebeto Parte Final

Depois de 7 anos, Bebeto estava de volta ao Flamengo. Não preciso nem dizer, que a torcida rubro-negra ainda não havia digerido sua transferência para o Vasco. Mais do que isso, em 1989 quando Bebeto foi para São Januário, ele chegou dizendo que era vascaíno na infância e isso era algo que a torcida do mengão não conseguia perdoar. A campanha do brasileiro de 96 foi péssima e adivinha quem foi responsabilizado? Ainda em 96 voltou para a Espanha, mas não foi bem no Sevilha. Em 97, foi para o Vitória, time que o revelou, jogar ao lado de Túlio e Petković, conquistando o campeonato baiano e a Copa do Nordeste. No mesmo ano, o Cruzeiro resolveu contratá-lo como um dos reforços para o Mundial que disputariam. Não deu muito certo e depois de 20 anos após a derrota para o Bayern de Munique, o Cruzeiro perdeu mais um mundial, dessa vez para o Borussia Dortmund. Bebeto queria se manter visível para a seleção e por isso caiu fora da raposa, indo parar no Botafogo. Depois foi para o México, que não foi lá uma boa experiência e ao sair de lá, ganhou um campeonato japonês com o Kashima, treinado por Zico na época. Ainda chegou a jogar mais uma vez por Vitória e até mesmo o Vasco, onde reeditou a dupla histórica com Romário, antes de ir em 2002 para o Al-Ittihad da Arábia Saudita, encerrar sua carreira. Pela seleção, a dupla com Romário começou nas Olimpíadas de 1988, quando ficaram com a prata. Na Copa América de 89, foi campeão e artilheiro, mas o seu bom desempenho não era o suficiente para ele ser titular na Copa de 90, pelo menos segundo o técnico Lazaroni. Na Copa de 94, ano em que ele estava brilhando pelo La Coruña, marcou seu primeiro gol em Copas contra Camarões, fez o gol da classificação nas oitavas e fez um dos gols nas quartas contra a Holanda. Este gol ficou muito marcado para todos, pela comemoração em homenagem ao seu filho Mattheus. Ele seria o cobrador final do Brasil contra a Itália na final, mas não precisou bater. Nas Olimpíadas de 96 foi bronze e venceu a Copa das Confederações de 1997. Na Copa de 98 quando já tinha 34 anos, era reserva de Ronaldo, porém com o corte de Romário ele ganhou a titularidade. A final contra a França foi sua última partida.

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