Juventus 1994-1997 Parte Final

A segunda derrota em uma decisão de Liga dos Campeões doeu demais e assim como rapidamente esse esquadrão nasceu, ele tão rápido deixou de existir. Um grande desmanche estava começando. Em 1999 Lippi deixou a Juventus e foi para a Inter de Milão. Logo depois Zidane foi para o Real Madrid e vários craques desse grande time anunciaram aposentadoria. Só a partir de 2001 que a Juventus teria um grande time de novo (Nedved, Davids, Thuram, Cannavaro, Buffon e Trezeguet), mas mesmo assim sem conseguir conquistar a Europa novamente. Agora, isso explica bem como a ansiedade e busca implacável pelo título da Liga dos Campeões desde essa época, fez os alvinegros contratarem CR7 para essa temporada. Eu era pequeno, mas lembro que na época achei “injusto demais” esse grande time só ter conquistado 1 mundial e 1 Liga dos Campeões. Eles jogavam uma barbaridade e mereciam mais. Peruzzi não teve a grandeza de Buffon na carreira, mas foi um dos melhores goleiros que eu já vi e suas duas defesas na decisão por pênaltis contra o Ajax falam por sí só. Também lembro da grande qualidade técnica do meio-campo com Deschamps, Paulo Sousa e Antonio Conte. Lembrando que o Deschamps já havia sido campeão europeu com o Olympique de Marselha em 1993 e que Paulo Sousa jogou contra a própria Juve (era do Borussia Dortmund) na final da Liga dos Campeões de 1997. Paulo é considerado até hoje um dos maiores volantes que Portugal já teve. Conte era mais um meia-atacante e depois de ter atuado por mais de 418 jogos e ter conquistado 15 títulos com a Velha Senhora, ainda seria o técnico do clube quando venceram o campeonato italiano 2011-12 de maneira invicta. Zidane, que depois também entrou no meio-campo dispensa comentários. O sérvio Jugovic entrou no lugar de Paulo Sousa e demonstrou ser incrivelmente talentoso e com muito repertório ofensivo. O ataque era inicialmente composto por um trio implacável: Ravanelli, Vialli e Del Piero. Só que com a saída dos dois primeiros, Del Piero ficou como dupla de ataque do grande Vieri. Por fim, Marcello Lippi merece todos as honrarias não só por ter chego ao clube sem nunca ter conquistado títulos, mas por após 2 passagens na Juve ter conquistado 13 títulos.

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