Juventus 1994-1997 Parte III

Ao final dos 90 minutos o placar era de 1 a 1 e por isso a decisão foi para os pênaltis. Só que apesar do Ajax ter um grande goleiro (Van der Sar), foi Peruzzi quem brilhou naquela noite ao defender as cobranças de Davids e Silooy. Finalmente a Juve, sob o comando de um técnico desacreditado pelos torcedores, era bicampeã européia. Marcello Lippi, ainda mais depois desse título, era idolatrado por toda a cidade de Turim como um “Deus”. Foi bem aí, quando as coisas já estavam maravilhosas para a Juve, que Zinedine Zidane chegou e provou aos italianos que elas poderiam melhorar mais ainda. No final de sua passagem pela Juventus, Zidane seria considerado “maior” que Platini, principalmente para os torcedores franceses e também da Velha Senhora. Logo de cara Zidane enviou seu cartão de visitas ao comandar uma fascinante goleada por 6 a 1 contra o PSG em plena capital francesa. O jogo era válido pela decisão da Supercopa da UEFA (jogo de ida). Na volta a Juve fez 3 a 1 e comemorou mais um título continental. Mas calma que ainda tinha mais. O mundial Interclubes seria disputado no Japão e o campeão da América do Sul (River Plate) seria o adversário dos italianos em Tóquio. O jogo foi extremamente equilibrado e dramático, mas com gol milagroso de Del Piero nos minutos finais, a Juve já podia gritar que era campeã do mundo. Na temporada 1996/97 a Juve voava em campo e conqusitou mais uma Serie A (dessa vez na frente do poderoso Parma) e mais uma Supercopa da Itália. Só que depois de uma campanha simplismente invicta e impecável até a final da Liga dos Campeões, acabaram sofrendo um terrível revés e perderam a chance do tricampeonato europeu. O Borussia Dortmund foi o algoz. Na temporada 1997/98 com o time mais reforçado ainda (Davids e Inzaghi), mais um título da Serie A, dessa vez em cima da Internazionale. Se na temporada passada haviam tido um deslize contra os alemães, a expectativa era altíssima para a Liga dos Campeões daquela temporada. Só que infelizmente o raio caiu duas vezes no mesmo lugar e mesmo roteiro se repetiu. A única diferença é que na final o adversário ao invés de ser o Borussia, foi o Real Madrid. A nova derrota marcava o fim do esquadrão CONTINUA.

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