PSV 1985-1990 Parte III

CONTINUAÇÃO. Com Guss Hiddink no comando, a melhora do PSV era indiscutível e estava evidente que aquele jovem treinador teria um futuro promissor a sua frente. Guss acabou montando um time extremamente sólido no sistema defensivo e ao mesmo tempo super objetivo nas jogadas de contra-ataque. Sem perder em casa, o bicampeonato deu ao PSV mais uma chance de disputar a Liga dos Campeões, onde tinham sido eliminados precocemente na primeira fase da temporada anterior. Na temporada seguinte (87-88) o time já tinha uma excelente química e um padrão tático bem definido por Hiddink. Se antes eles já eram bons, imaginem agora. Não deu outra, conquistaram o tricampeonato holandês e mais uma vez dando show em casa (15 vitórias em 17 jogos). O atacante Wim Kieft foi o destaque dessa temporada e artilheiro do campeonato com 29 gols marcados. Grande parte dos gols de Kieft eram de cabeça, originados através de perfeitos cruzamentos vindos de Eric Gerets ou Jan Heintze. Com esse tricampeonato nacional e a conquista da Copa da Holanda, se o PSV de alguma forma conseguisse conquista a Liga dos Campeões naquela temporada, seriam o segundo clube holandês e o terceiro na Europa a conquistar o “Treble” (soma dos títulos europeu, nacional e copa doméstica). O PSV começou a Liga dos Campeões contra o Galatasaray em casa e venceu por 3 a 0, mas mesmo com a derrota na Turquia por 2 a 0 seguiram para a próxima fase. Na segunda fase, o adversário era o Rapid Vienna da Áustria, que foi derrotado em ambas as partidas. Nas quarta de final o caldo engrossou um pouco mais e o adversário era o Bordeaux da França. No jogo de ida, fora de casa, empate em 1 a 1 e como na volta aconteceu um empate sem gols, o PSV passou de fase no critério de gols marcados fora de casa. Na semifinal o confronto seria com o clube mais temido da Europa, o Real Madrid. No jogo de ida, realizado no Bernabeu, o PSV fez igual contra os franceses nas quartas de final e arrancou um importantíssimo empate em 1 a 1. O resultado era muito bom e o PSV entendeu que jogar em cima do regulamento não era um mal negócio. Apesar de tentar marcar a todo custo em Eindhoven, o jogo de volta ficou no 0 a 0. CONTINUA.

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