Feyenoord 1968-1971 Parte III

CONTINUAÇÃO. No jogo de ida contra os rossoneros, vitória do Milan por 1 a 0 em Milão. Na volta, o estádio em Roterdã estava completamente lotado e a torcida holandesa do Feyernoord, compareceu em massa para apoiar o time. As 60 mil pessoas assistiram a uma bela atuação do time de Happel, que venceu os italianos por 2 a 0. Nas quartas de final enfrentaram o Vorwärts Berlin e também passaram de fase com o placar de 2 a 1 no agregado. A semifinal era contra o Legia Warsaw da Polônia, um time que tinha dois craques: Gadocha e Deyna. Na ida 0 a 0 e na volta mais uma vez o fator casa foi determinante, 2 a 0 para o Feyernood que estava na grande final. A final com a participação deles, significava que seria a segunda final dessa competição seguida, com a participação de um time holandês. A grande final foi disputada em Milão, no San Siro e colocou o time de Ernst Happel frente a frente com o Celtic de Jock Stein. Basicamente era um time técnico e rápido (Feyernood), contra um time forte fisicamente e bem objetivo (Celtic). Lembrando que o Celtic tinha sido campeão da Champions de 67 (contei isso na última história do Manchester de 68) e buscava o bicampeonato. Esse jogo não tinha favorito e foi bem aberto e equilibrado, tão equilibrado que a partida acabou indo para a prorrogação. Os holandeses mostraram muita raça e vontade, marcando o gol do título faltando 4 minutos para o apito final. Era a primeira vez na história que um clube holandês conquistava o continente e eu não preciso nem falar nada sobre a dimensão da alegria e do tamanho da comemoração, que os jogadores e torcrdores fizeram na Itália ao apito final e depois em Roterdã quando o clube retornou para casa.
Ainda em 1970, o Feyenoord disputou contra os violentos hermanos argentinos do Estudiantes o título do Interclubes. O clube de La Plata havia chocado o mundo em 1969 ao tirar sangue, literalmente, do Milan na decisão do torneio naquele ano após partidas extremamente ríspidas e cheias de jogadas violentas. No final eles perderam para os italianos e queriam muito o título daquele mundial, mas querer não é poder. CONTINUA

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