Ajax 1993-1996 Parte V

CONTINUAÇÃO. A Juventus queria ganhar a todo custo a final, já que não conquistava este título desde os tempos de Platini, em 1985. O Ajax por sua vez, queria conquistar seu quinto título e ficar mais próximo do Real Madrid (6 títulos) e Milan (5 títulos). A partida foi disputada no estádio Olímpico de Roma e terminou empatada em 1 a 1, resultado que levou o Ajax a mais uma decisão da Champions para ser decidida nos pênaltis. Só que a Juve tinha um tal de Peruzzi no gol e acabou vencendo a disputa por 4 a 2, consumando sua vingança. A derrota nessa final, marcava o fim de mais um ESQUADRÃO INVENCÍVEL. O Ajax nunca mais foi o mesmo desde então, até inauguraram sua moderna Amsterdã Arena em 1996 e ganharam campeonatos nacionais, mas a nível continental, o clube perdeu força e nem sequer se classificou para os play-offs da Liga dos Campeões em várias oportunidades. Desde 1996 a torcida alvirrubra, vive torcendo para que novos talentos como aqueles surjam e possam resgatar toda magia e tradição do AFC Ajax. Com certeza este foi um time que entre 1993 e 1996, trouxe de volta o “Futebol agressivo” e “para frente”. Um esquadrão que era temido por todos e que revelou para o planeta craques mágicos e imortais. Todas as vezes nos últimos anos em que vi a participação do Ajax na Champions, fiquei pensando em como os torcedores holandeses devem se frustrar pelo clube não conseguir chegar nem perto dos resultados que um dia chegaram a conquistar. Eu realmente espero que para o bem do futebol, o Ajax se reencontre com títulos continentais e até mundiais. Vamos agora conhecer um pouco mais sobre os principais personagens deste esquadrão invencível: .
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Edwin van der Sar – Muitos, inclusive eu, consideram ele o melhor goleiro holandês que já exisitu até hoje. Eram 1,97 metros de altura, agilidade de sobra e grandes reflexos, fazendo o goleiro entrar para a lista dos melhores da história do futebol nesta posição. Entre 1990 e 1999, ele foi intocável no clube de Amsterdã, com mais de 200 atuações com a camisa número 1 do Ajax. Em 1995, conquistou o prêmio de melhor goleiro europeu do ano e no mundial contra o Grêmio, pegou o pênalti de Dinho na final.
CONTINUA

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