Saint-Étienne 1973-1977

TIME: Saint-Étienne
LOCAL: Saint Étienne, França
PERÍODO: 1973-1977
CONQUISTAS: 6 (3 campeonatos franceses e 3 copas da França)
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TIME BASE: Curkovic; Janvion (Merchadier), Piazza, Lopez, Farison (Repellini); Bathenay, Larqué, Synaeghel (Santini); Rocheteau (Triantafyllos/Bereta/Saramgna), H. Revelli e P. Revelli. Téc.: Robert Herbin .
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HISTÓRIA: Nas últimas 2 décadas, o foco do futebol na França foi voltado para o Lyon, Mônaco e Paris Saint-German e com certeza, muitos de vocês (principalmente os mais jovens) não devem saber, mas o clube mais vencedor do campeonato francês até o momento (10 títulos), ainda permance sendo o Saint-Éttiene (o Marseille possuí 9). E se existe um responsável por este clube, ostentar a posição até hoje, então eles são o elenco do alviverde francês, que era simplismente invencível no país entre os anos de 1973 e 1977. O time, que era uma verdadeira representação da classe operária de Saint-Étienne, era treinado por um ex-jogador do clube: Robert Herbin. Em 1969-70 foram campeões nacionais pela sexta vez e em 1972 um dos maiores ídolos, o malinês Salif Keita, partiu para o rival Marseille. Com um ataque, agora composto por dois irmãos (os Revelli), uma nova zaga, com o argentino Piazza, um novo goleiro iuguslavo (Curkovic), vindo do Partizan e um volante promovido da base (Bathenay), o Saint-Étienne estava pronto para roubar a cena na França mais um vez. Em 73-74 e 1974-75 foi espantoso, como o time deitava e rolava para cima de qualquer adversário que aparecia em seu caminho e o resultado foram as conquistas da liga e da copa de ambas as temporadas. Ainda foram tricampeões franceses consecutivamente (75-76) e levaram mais uma copa doméstica em 76-77. Com um time imbatível destes, você deve estar pensando “mas como eles não conquistaram o velho continente?” E a resposta, é que não conseguiram tal feito por conta de um carrasco que surgiria na vida do clube francês: o Bayern de Munique. Na Copa dos Campeões de 74-75, foram eliminados pelos alemães na semifinal e em 75-76, foram mais longe, caindo somente na grande final. Adivinhem só para quem? Novamente, para os bávaros. Será que um dia, este clube voltará a brilhar de novo?

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