CARTÕES AMARELO E VERMELHO 

CARTÕES AMARELO E VERMELHO
Ferramenta utilizada pelos árbitros das partidas, para indicar aos atletas uma determinada punição, conforme sua conduta durante o jogo. Os cartões de punição, existem em diversos esportes e não apenas no futebol. São aplicados pelos juízes, que o colocam acima de suas cabeças, ao mesmo tempo que apontam para o jogador que cometeu a infração. A cor do cartão aplicado pelo juíz, determina a gravidade da infração e consequentemente o tamanho da punição a ser aplicada. Os cartões e suas funções, ficaram tão famosos mundialmente, que os termos “cartão amarelo” ou “cartão vermelho”, são constantemente utilizados por nós no dia a dia, como uma forma de analogia (utilizada em contextos não-desportivos). Foi somente graças a criação desta regra, que o futebol passou a ficar mais organizado, além de ter passado muito mais estabilidade para o árbitro poder exercer sua função em campo. Antes, o negócio era na base do grito mesmo e o juíz só podia advertir os infratores verbalmente. Não preciso nem dizer que era uma confusão atrás da outra e que o juíz, somente em raríssimas ocasiões, era de fato respeitado e tratado como uma autoridade em campo. O responsável por esta incrível idéia do cartões, foi o árbitro inglês Ken Aston (1915-2001). Mas como ele teve esta idéia? Em 1966, durante a Copa do mundo disputada na Inglaterra, houve uma falta marcada na partida entre Argentina e os donos da casa. O árbitro alemão Rudolf Kreitlein, achou que o argentino o estava ofendendo e expulsou o capitão Rattín, que contestava acintosamente da marcação da falta, porém o argentino se recusava a sair de campo alegando não compreender o que o árbitro alemão queria dizer com aqueles diversos gestos que fazia, inclusive chegando até a pedir um tradutor em campo. Eram três idiomas em campo naquele dia (inglês, alemão e espanhol) e ficou bem evidente com este caso, que uma solução para este problema de comunicação se fazia necessária. Ken, era o chefe dos árbitros na Copa do México de 1970 e no trajeto do aeroporto até o hotel, teve a brilhante idéia dos cartões ao observar as luzes do semáforo, amarela (atenção) e vermelha (pare), que eram uma linguagem universal.

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