BANGU ATLÉTICO CLUBE PARTE II

BANGU ATLÉTICO CLUBE
PARTE II
Representando o lado mais intelectual do clube, a letra “B” é um pincenê, espécie de monóculo muito usado no século XX, já o “A” é um cavalo, usado para pintar telas e faz referência a vocação para o lado cultural do Bangu. Por fim a letra “C” representa uma ferradura, desejando sorte nas atividades esportivas. Foi o português José Villas Boas, um membro da fábrica Bangu, quem desenhou o escudo, que fica sobeposto por faixas diagonais vermelhas, no ano de 1904. Mandam seus jogos no estádio Proletário Guilherme da Silveira, mais conhecido como Moça Bonita e que tem capacidade para 10 mil pessoas. O estádio é bem antigo, construído em 1947, reformado recentemente e substitui o antigo Campo da Rua Ferrer, que ficava de frente para o antigo prédio da Fábrica Bangu. Voltando ao clássico bisavô, já foram disputadas 279 partidas, com vantagem para o America, são 108 vitórias contra 103 do Bangu e 68 empates. Apesar de ser um clube de muita história e tradição, somente 0,5% da população do município torce para o Bangu. No ano de 2017, o clube não foi bem na série D e não disputará competição em 2018. Existem duas teorias sobre as cores oficiais do clube e do uniforme serem o vermelho e o branco. A primeira é que elas foram escolhidas devido a iniciativa dos próprios ingleses que fundaram o Bangu, em homenagem, por certo, a São Jorge, padroeiro da Inglaterra. A outra teoria seria uma homenagem ao Southampton FC, clube da Inglaterra fundado em 1885, cujo Brasão é representado por três rosas, duas vermelhas e uma branca. É importante contarmos um pouco da história do Castor de Andrade, ex-presidente do clube e grande financiador do bangu, não porque ele foi o maior e mais famoso bicheiro do Brasil, mas porque contribuiu demais para os títulos do campeonato carioca de 66 e do vice do brasileiro de 85 fazendo com que o Bangu crescesse e evoluísse bastante na década de 80. Ele transformou a banca de bichos de seu pai em um verdadeiro império, foi patrono da Mocidade Independente de Padre Miguel e ajudou a escola a conquistar 5 títulos, além de ter fundado a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio.*TEXTO BIOGRÁFICO COM CUNHO JORNALÍSTICO

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s