O DESASTRE AÉREO DE MUNIQUE

O DESASTRE AÉREO DE MUNIQUE
LOCAL DO ACIDENTE: Munique, Alemanha 🇩🇪
DATA: 06/02/1958
CLUBE VÍTIMA: Manchester United 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿
NÚMERO DE PASSAGEIROS: 38
NÚMERO TRIPULANTES: 6
NÚMERO DE MORTOS: 23
AERONAVE: Airspeed Ambassador AS-57
OPERADOR: British European Airways
#munchen #munique #soccertragedy#manu #manchesterunited#tragedianofutebol #grandestragedias#germany .
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Depois da série sobre as 15 maiores tragédias da história do futebol, passo agora a contar a história dos principais desastres aéreos, que envolveram clubes de futebol até os dias atuais. Vamos agora para a segunda tragédia. Quem quiser acompanhar basta clicar em #desastresaereoscdf .
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Nove anos depois da terrível tragédia de Superga, o mundo do futebol foi mais uma vez abalado por um desastre aéreo. Dessa vez a tragédia ocorreu em Munique, Alemanha, no dia 6 de fevereiro de 1958 e envolveu o clube inglês do Manchester United. Apesar do acidente não obter a mesma proporção do acidente do Torino, ele também foi bem grave e deixou marcas bem profundas para o clube da cidade de Manchester. Haviam 44 pessoas abordo da aeronave, das quais vinte faleceram na hora e outras três posteriormente no hospital. O background desse desastre se inicia em 1955, ano em que UEFA criou a Copa Europeia, ou UEFA Champions League, como iria ficar conhecida mais para frente. A ideia da UEFA era reunir os campeões nacionais dos países afiliados a partir da temporada 1955-56. O Chelsea, atual campeao, foi proibido de participar do torneio porque o dirigente da Liga de Futebol Inglesa era contra o envolvimento do país em competições ligadas a UEFA. Na temporada seguinte o Manchester foi o campeão inglês e ganhou vaga na competição, somente para ser notificado de que também estava proibido de ingressar no torneio. Só que ao contrário do Chelsea, o treinador Matt Busby não aceitou isso e junto com a ajuda do presidente do Manchester e do presidente da Associação de Futebol da Inglaterra, desafiou a proibição, se tornando o primeiro clube inglês a participar de uma competição continental. Apelidado de “os bebês Busby” por conta da juventude do elenco, o clube chegou até a semifinal e acabou sendo eliminado pelo Real Madrid (que acabou se sagrando campeão da competição). Na temporada seguinte os Red Devils conquistaram novamente o campeonato inglês e ganharam o direto de competir no torneio continental mais uma vez. Assim como ainda acontece, naquela época os jogos voltados para os campeonatos nacionais eram disputados durante o final de semana, enquanto as competições internacionais eram realizadas durante o meio da semana. A consequência disso era que se um clube pretendesse jogar ambas competições, então ele deveria obrigatoriamente ter que viajar de avião (meio de transporte que ainda não era tão seguro). Após eliminar o Shamrock Rovers da Irlanda e o Dukla Praga da Tchecoslováquia na fase preliminar e primeira fase respectivamente, o adversário sorteado para as quartas de final foi o Estrela Vermelha da Iugoslávia. No dia 14 de janeiro de 1958 os diabos vermelhos venceram o clube do leste europeu pelo placar de 2 a1 (jogo disputado no Old Trafford). A partida de volta estava agendada para o dia 5 de fevereiro, porém antes de avançar aqui vai uma informação bem importante: quando o Manchester estava retornando de Praga depois de enfrentar o Dulka na rodada anterior, eles tiveram sérios problemas por conta de uma forte neblina sobre a Inglaterra, então o time acabou parando em Amsterdã e de lá pegou uma embarcação para a Inglaterra e posteriormente um trem até finalmente chegar em Manchester. A viagem acabou esgotando o time que só empatou na rodada seguinte do campeonato inglês. Por esse motivo e para não deixar isso acontecer novamente, o clube acabou fretando um voo da British European Airways. Na partida de volta o empate em 3 a 3 garantiu a passagem do Manchester para a semifinal. A decolagem do aeroporto de Belgrado atrasou em uma hora depois que um dos atletas do Manchester descobriu que havia perdido seu passaporte. O avião decolou e seguiu viagem para Munique onde iria parar para reabastecimento. O avião era um Airspeed Ambassador 2, de 6 anos de idade e construído em 1952. Essa aeronave era comum em pequenas companhias aéreas da década de 50 e 60. Tanto o comandante quanto o co-piloto eram membros da Força Aérea Real e ambos possuíam grande experiência (o co-piloto inclusive tendo abatido cinco caças alemães durante a segunda guerra mundial). No voo de ida para Belgrado o comandante Thain havia pilotado e agora na volta era o co-piloto Rayment quem assumia o controle da aeronave. Às 14:19 a torre de controle do aeroporto de Munique autorizou o taxiamento do voo. Raymont abandonou o procedimento de decolagem depois que o comandante Thain notou que o instrumento de pressão do motor estava inconsistente e que o motor fazia um som bem estranho enquanto acelerava. Uma segunda tentativa de decolagem foi colocada em prática três minutos depois, mas cancelada após 40 segundos pois os motores estavam com uma mistura excessivamente rica de combustível, causando aceleração em excesso (um problema comum nesse modelo de avião). Depois que essa segunda tentativa deu errado o avião retornou para o terminal e enquanto isso tudo acontecia, começou a nevar bastante no aeroporto de Munique. Depois que todos voos foram cancelados por conta do mal tempo, um dos jogadores chegou a enviar um telegrama para sua esposa informando do imprevisto e que decolariam no dia seguinte. Porém, esqueceram que o comandante Thain estava muito determinado a cumprir sua agenda e de pousar na Inglaterra dentro do prazo planejado. O engenheiro até tentou convencer o comandante a deixar a aeronave em solo para testes e reparos, mas ele não deu ouvidos e mandou abrir o acelerador mais ainda. Isso significava na prática que a aeronave demoraria mais tempo e precisaria consequentemente de mais pista para atingir sua velocidade de rotação (velocidade necessária para ganhar sustentação e decolar). Como a pista por lá tinha quase 2 km de extensão, o piloto da força aérea estava bem confiante de que não teria problema algum e com isso mandou todos embarcarem (apenas 15 minutos antes havia solicitado que todos saíssem da aeronave). Os jogadores do Manchester embarcaram novamente com expressão de medo e insegurança estampados em seus rostos, mas não havia muitas opções havia? Alguns chegaram até a mudar de assento e se dirigiram para o “fundão” do avião acreditando que lá era mais seguro. Às 14:59 o avião estava pela terceira vez no ponto de espera da pista, prontos para tentar decolar o avião mais uma vez. A autorização foi concedida pela torre e eles alinharam o avião para o check-list final. As 15:02 eles foram informado pela torre que teriam mais dois minutos para decolar, caso contrário a autorização iria expirar. Os dois pilotos concordam em decolar e de manterem seus olhos o tempo todo direto nos instrumentos relacionados ao motor. O co-piloto avançou a manete de potência devagar e o avião começou a acelerar, até ai tudo bem. A cada 10 nós de velocidade, Thain anunciava no cockpit e quando a aeronave atingiu 85 nós o problema no motor começou a surgir novamente. O comandante imediatamente moveu a manete para trás e depois deslizou ela para frente. Quando o avião atingiu 117 nós (217km/h) o comandante anunciou “V1”, ou seja, não era possível mais abortar a decolagem a partir daquele ponto. Em seguida Rayment gritou “V2”, o que significava que haviam atingido a velocidade mínima para decolar. Thain ia só esperar a velocidade aumentar mais um pouco para levantar o manche, mas então o pesadelo começou: a velocidade ficou flutuando na casa dos 117 nós e logo em seguida caiu para 112 e 105. Ao perceber isso, o experiente co-piloto gritou o mais alto que podia “Cristo, não vamos conseguir”, enquanto isso o comandante Thain erguia sua cabeça para ver bem o horizonte e o que havia na frente deles. A aeronave chegou ao final da pista ainda bem rápida, atravessou a cerca que delimitava a área do aeroporto, atravessou uma estrada e sua asa acertou em cheio a casa de uma família composta por 6 pessoas. O pai e a filha mais velha não estavam na casa, enquanto que a mãe e os outros três filhos escaparam da casa enquanto ela pegava fogo. Boa parte da cauda estava destruída, enquanto o lado esquerdo da cabine colidiu com uma árvore. O lado esquerdo da fuselagem acertou um galpão onde se encontrava um caminhão contendo gasolina e pneus, que acabou explodindo. Vinte passageiros morreram na hora e outros três perderiam a vida no hospital. Ao ver a cabine pegando fogo, Thain estava muito preocupado que a aeronave iria explodir e por isso solicitou aos tripulantes que evecuassem a área o quanto antes. Dois tripulantes foram entao até uma das saídas de emergência e foram os primeiros a saírem do avião, seguidos pelo oficial de rádio. O co-piloto Reyment ficou preso em seu assento e pediu que o comandante evacuasse a aeronave e o deixasse ali mesmo. Thain entendeu a situação, saiu correndo pela porta de emergência e ao cair no solo viu as chamas, que já estavam bem próximas da asa contendo 2 mil e trezentos litros de combustível. Ele imediatamente começou a gritar para todos se afastarem o mais rápido possível e então retornou para dentro do avião com a intenção de pegar extintores de incêndio, inclusive aproveitando para avisar o co-piloto de que retornaria o mais breve possível assim que o fogo fosse controlado. Enquanto isso tudo acontecia, lá nos corredores o goleiro Harry Gregg estava redobrando sua consciência e acreditava estar morto. Ele sentia o sangue escorrendo de seu rosto e se recusava a colocar a mão, pois acreditava que havia perdido boa parte da sua cabeça (a tampinha de sua cabeça) e que seu cérebro estava exposto. Acima dele havia claridade, então ele chutou o buraco forte o suficiente para abrir uma abertura e foi por ali que ele escapou. Ele ainda teve tempo de salvar dois colegas de time: Bobby Charlton e Dennis Viollet. O co-piloto Reyment sobreviveu ao acidente, mas teve vários ferimentos graves e acabou falecendo no hospital cinco semanas depois devido a danos cerebrais. No total foram 21 sobreviventes e 23 mortes. Das fatalidade, 2 eram da tripulação, 8 eram jogadores, 3 eram da comissão técnica, 8 eram jornalistas, 1 da agência de viagem e o último amigo próximo ao técnico Busby. Depois do acidente uma longa e detalhada investigação foi aberta, mas antes mesmo dela ser finalizada todos apontavam a causa principal como sendo erro humano (dos comandantes no caso). Quando o resultado finalmente saiu, o relatório tratava um elavado acúmulo de slush (mistura de sujeira e neve) na pista como principal responsável pela tragédia, isentando assim o comandante Thain (único piloto a sobreviver). Apesar dessa conclusão, o aeroporto de Munique ainda tentou indiciar o comandante como responsável, uma vez que haviam fotos mostrando que ele não havia limpado as asas do avião, da camada de gelo que havia se formado ali. Com o negativo das fotos foi possível ver que aquilo era na verdade reflexo do sol e que a real causa foi de fato o slush na pista, que acabou gerando atrito e impedindo que a aeronave atingisse a velocidade necessária para a decolagem. O comandante Thain foi prontamente demitido da empresa e foi trabalhar em sua fazenda, vindo a falecer em agosto de 1953, vítima de ataque cardíaco. Existem vários memoriais em homenagem ao acidente, sendo que dois deles ficam no estádio Old Trafford: um em homenagem aos jogadores e comissão técnica, enquanto o outro lembra os jornalistas que perderam a vida na tragédia. Também existem memoriais na Alemanha: um em um subúrbio de Munique, outro no agora antigo aeroporto de Munique e um último dentro do estádio do Bayern (o Allianz Arena). Existe também um memorial em Belgrado, no hotel em que o time ficou hospedado. No aniversário de número 40 da tragédia uma homenagem foi feita no Old Trafford, onde o United enfrentou uma seleção de astros do futebol europeu e toda a renda foi revertida para a família de cada uma das vítimas. No aniversário de 50 anos do acidente, um serviço memorial foi organizado novamente no Old Trafford (06/02/2008). Ao terminar o serviço e a cerimônia, os sobreviventes remanescentes do acidente de 1958, fizeram parte da renomeação do túnel localizado do lado sul do estádio. O túnel foi renomeado como “Túnel Munique” e concentra uma exibição de fotos dos “bebês de Busby”, como o time ficou conhecido na época. No mesmo dia a Inglaterra enfrentou a Suíça e todos aqueles que perderam as suas vidas no acidente, foram mostrado no telão do estádio de Wembley. Apesar de todo trabalho da investigação, o aeroporto de Munique nunca admitiu ter errado e nunca reconheceu ser culpado pelo slush na pista. Existem vários tributos ligados a essa tragédia, sejam por meio de programa de TV, documentários, filmes e até músicas. Depois do acidente de Turim, esse foi mais um duro golpe para amantes do futebol. *Em memória das vítimas.

CAMISA TITULAR ESCÓCIA 1988-1991

CAMISAS HISTÓRICAS #26
Minha página começou a contar a história das mais importantes camisas de futebol e suas respectivas histórias. Aprenda mais sobre as histórias por trás delas em nossa nova série de postagens. *CADA CAMISA UMA HISTÓRIA* Vamos agora, para a história da vigésima sexta camisa: #camisascdf
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PAÍS: Escócia
SELEÇÃO: Escócia 🏴󠁧󠁢󠁳󠁣󠁴󠁿
MODELO: Camisa Titular
ANO: 1988-1991
FABRICANTE: Umbro
IMPORTÂNCIA HISTÓRICA: Marcou o início de uma geração de camisas retrô e marcou uma nova era para a Umbro dentro do futebol. É até hoje a camisa mais bonita que a Escócia já teve.
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HISTÓRIA: Voltamos para o país berço do futebol como conhecemos, voltamos para a Escócia. Para a grande maioria dos escoceses essa é a camisa mais charmosa e bonita da história do país e eu compartilho dessa opinião. Vários modelos de camisas que vieram a seguir se basearam na ideia desse lançamento, utilizado pela primeira vez em maio de 1988, no amistoso entre a seleção escocesa e a seleção inglesa. Essa camisa introduziu a era de botões na gola da camisa e também abertura mais largas na região do pescoço. Esses botões na gola da camisa seriam encontrados em praticamente todas as camisas da Umbro pelos próximos quatro anos e também em outras empresas fornecedoras de material esportivo, que eventualmente também acabaram gostando da ideia. A gola dessa camisa era realmente única, ela era muito grande e fazia todos se lembrarem das camisas utilizadas durante as décadas de 40 e 50. A camisa tinha uma versão do emblema da Associação de Futebol da Escócia, que só foi utilizada nessa camisa ao longo da história e também possuía uma série de pequenos detalhes que a transformavam em uma camisa “clássica” com “C” maiúsculo. Outros dois emblemas bem mais discretos e pequenos da Associação de Futebol da Escócia, também foram adicionados à camisa: um monograma gótico próximo a gola e outra mais complexo na manga direita. Um ponto que é bastante ignorado em relação a essa camisa, mas que na minha opinião ajuda ela demais a ganhar notoriedade, é o logo da Umbro na cor amarela. A camisa reserva era branca e não obteve nem metade do sucesso da versão titular. #scotland#escocia #scotish

40 K !!!!

Depois de 26 meses de muito, mas muito trabalho, eu já consigo sentir o resultado: chegamos a expressiva marca de 40K. São quarenta mil pessoas que estão aprendendo tudo que há para ser aprendido, sobre esse grande esporte chamado futebol. Não é por acaso que se trata do esporte mais popular do nosso planeta. Se eu cheguei nessa marca, então isso é graças a você, fã da página. Eu só tenho a agradecer cada um de vocês. Muito obrigado! Gostaria também de enfatizar que essa não é uma página criada e administrada em conjunto, pelo contrário, ela sempre foi fruto do meu trabalho individual. Por isso, eu gostaria de fazer um pedido a cada um de vocês, um pedido legítimo e simplório: peço que cada um de vocês entrem no WhatsApp assim que terminarem de ler essa mensagem e que enviem uma mensagem para ao menos 10 pessoas que vocês conheçam e saibam que gostam bastante de futebol. Se fizerem isso, estarão me ajudando ainda mais a crescer e atingir um público ainda maior. Agradeço todo o apoio daqueles que me enviaram direct ou colocaram comentários elogiando meu trampo e deixando claro que a minha página é na visão de cada um, a mais informativa, mais completa e consequentemente a melhor do Insta. Quem acompanha meu trabalho desde o inicio e lê os meus posts, já adquiriu um conhecimento sobre futebol que eu duvido encontrarem em qualquer outro lugar. Fica aqui mais uma vez o meu compromisso com todos, de continuar fazendo uma das maiores e melhores páginas sobre futebol do Instagram e Facebook. Todo o conteúdo da página está disponível no meu blog (www.clubesdefutebol.blog). Prometo manter essa pegada séria e profissional, sempre com o intuito de fornecer bastante conteúdo e informação a todos vocês, afinal somos todos movidos pelo futebol, não somos? Sabemos que uma das maiores dificuldades que todas páginas enfrentam é a conciliação da frequência das publicações com um bom conteúdo e desde o início dessa página venho postando com uma alta frequência (praticamente todo dia) e também sempre com conteúdo extremamente detalhado. Mais uma vez obrigado a todos e conto com cada um para me ajudarem na divulgação. Próximo objetivo: 50K
#metaatingida #goal #foco
@pedromuroch

Torino Football Club 1942-1949 Parte I,II e Parte Final

TIME: Torino Football Club
LOCAL: Turim, Itália 🇮🇹
PERÍODO: 1942-1949
CONQUISTAS: Pentacampeão italiano de forma consecutiva (1942-43, 1945-46, 1946-47, 1947-48 e 1948-49) Campeão da Copa da Itália 1942-43
APELIDO: O Touro Indomável .
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TIME BASE: Bacigalupo; Ballarin, Maroso; Grezar, Rigamonti, Castigliano; Loik, Mazzola; Menti, Gabetto, Ossola. Técs.: András Kuttik, Luigi Ferrero, Mario Sperone, Roberto Copernico, Leslie Lievesley e Ernest Erbstein.
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Depois de contar tudo sobre o acidente de Superga, chegou a hora de entrarmos em mais detalhes sobre o incrível esquadrão invencível do Torino. Essa é a história de um dos três maiores times que a Itália já produziu em sua história, chegou a vez do Torino FC ganhar seu espaço na série #esquadroesinvenciveis
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Começo dizendo que na minha opinião só existiram na história do futebol doze times mais competentes que o Torino de 1942-1949. Infelizmente o final da história desse fantástico esquadrão invencível foi muito trágica, mas estou aqui apenas para contar a parte boa da história. Aproveito o momento, para dizer à aqueles que quiserem ler e saber literalmente cada detalhe sobre o acidente de Superga, que procurem no meu feed pelo primeiro episódio da série que eu estou fazendo sobre tragédias aéreas envolvendo times de futebol. Em sete anos esse esquadrão do Torino foi simplesmente imbatível na Itália e por isso se tornou basicamente a espinha dorsal da seleção italiana daquele período. O acidente aéreo do dia 6 de maio de 1949 jamais será esquecido pelos torcedores do Torino e todos aqueles que morreram na tragédia estão no hall dos maiores atletas que já vestiram a camisa do clube de Turim. Muitos especialistas afirmam que se o acidente não tivesse ocorrido, esse muito provavelmente teria sido o maior time de futebol que já existiu na história do futebol italiano. Como as temporadas de 1943/1944 e 1944/1945 nunca ocorreram por conta da II Guerra Mundial, o Torino foi considerado pentacampeão italiano de forma consecutiva, além de ter levado o título da Copa da Itália em 1942/1943. Para aqueles que acham que eu estou exagerando quando aponto que esse foi o décimo terceiro maior time já montado, saibam que em cinco temporadas esse time obteve o registro impressionante de 483 gols anotados contra 165 sofridos. Era a coisa mais comum do mundo: o Torino jogava contra grandes times italianos da época fora de seus domínios e voltava para Turim com expressivas goleadas aplicadas como visitante. Em um ano por exemplo, o time aplicou uma sonora goleada de 7 a 0 na Roma em plena capital italiana e ao invés da torcida adversária se retirar do estádio vaiando seu time, acabou se levantando e ovacionando o time do Torino. O fato é inquestionável: qualquer clube italiano desse período morria de medo de ter quer enfrentar o Torino. O time era tão monstruoso que acabou virando a seleção italiana, tanto que como maior exemplo disso, no ano de 1947 a Itália realizou um amistoso contra a Hungria e o técnico Vittorio Pozzo colocou 10 atletas do Torino no time titular, só deixando o goleiro de fora (exatamente para não escalar o time inteiro deles). Uma curiosidade sobre o acidente de Superga que eu esqueci de contar na série sobre as tragédias: ele jamais teria ocorrido se o time do Torino não fosse tão espetacular, isso porque o clube só viajou para Lisboa por ter sido declarado campeão italiano matematicamente com 4 rodadas de antecedência. Quando o Torino sobrou em campo na temporada 1942/43 e ganhou o campeonato Italiano, muitos acharam que isso iria ficar por isso mesmo, já que a Segunda Guerra tinha estourado e o haveria uma pausa na competição. Porém quando a guerra terminou, para surpresa de muitos, o Torino na verdade tinha voltado mais forte ainda (tanto que conquistou mais 4 títulos consecutivos do Campeonato Italiano). Outra ponto importante que vale muito a pena destacar, é que esse esquadrão só não venceu mais porque a guerra não deixou, porque nao existiam competições continentais e porque o acidente ocorreu, ou seja, é como eu disse anteriormente, esse time poderia estar facilmente entre os top 5 da história do futebol. Dentre todas as fantásticas temporadas desse esquadrão, eu certamente destaco a de 1947/48. Naquela ocasião a campanha foi de 29 vitórias, 7 empates e apenas 4 derrotas em 40 jogos, além de 125 gols marcados e apenas 33 sofridos. Nessa mesma temporada o clube ainda bateu 7 recordes que demorariam bastante para serem alcançados. Depois do acidente de Superga, o Torino foi decretado campeão e a equipe da base do clube jogou as últimas quatro rodada do Campeonato Italiano de 1948/1949. Para demonstrar a força do Torino, o time venceu as quatro últimas partidas (contra Genova, Palermo, Sampdoria e Fiorentina), contra adversários que também utilizaram jogadores da base. É claro que depois disso o Torino nunca mais foi o mesmo, mas mais do que isso, a Itália demorou muito tempo para ter um time tão grandioso como esse ser formado (me refiro ao Milan de 1987 a 1991). Se essa tragédia terrível não tivesse ocorrido, seria espetacular assistir as partidas do Torino contra o fortíssimo Real Madrid de Puskas e Di Stéfano. Vamos agora conhecer um pouco mais sobre os membros do Grande Torino que faleceram na tragédia: (não esqueçam que eu vou contar tudo sobre cada um deles, ao longo das biografias de jogadores que faço ocasionalmente). Começando sempre pelo jovem goleiro de 25 anos Valerio Bacigalupo, que atuou por mais de 135 partidas e foi inclusive convocado para defender a seleção italiana em cinco oportunidades. Na defesa a dupla de zaga Aldo Ballarin e Virgílio Maroso era responsável por boa parte do paredão. Aldo jogou por quase 150 partidas, enquanto Maroso jogou por 103 partidas e também defendia a seleção italiana. No meio campo os responsáveis pela construção de jogo ficava a cargo de Grezar e Castigliano. Na frente deles ficavam Loik e Mazzola, que atuavam mais como meias mais ofensivos, sendo responsáveis pela criatividade do trio de ataque. Por falar em ataque, não havia nada mais mortal que a combinação ponta Franco Ossola (esquerda), Romeo Menti (direita) e o artilheiro e matador Gugliemo Gabetto. O destaque e melhor jogador do time era o capitão Valentino Mazzola, que é até hoje um dos maiores jogadores que a Itália já produziu. Nesse período o Torino teve diversos treinadores e não teve um que tenha se destacado mais. Muitos acreditam que a Itália teria de fato vencido a Copa do Mundo de 1950 caso o acidente aéreo não tivesse ocorrido. #torinofc

The Shanghai Stadium 

NOME OFICIAL: The Shanghai Stadium
DONO: Shanghai East Asia Sports
MANDANTES: Shanghai SIPG Football Club
INAUGURADO: 1997
CAPACIDADE: 56.842 mil pessoas futebol e 80 mil restante
LOCALIZAÇÃO: Shanghai, China 🇨🇳
GRAMADO: Grama natural
#estadioscdf #china #shanghai#stadiumshanghai #estadioshangai#chinese #soccerstadiums .
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Deixamos a Irlanda para trás e agora vamos direto para a China conhecer um dos maiores estádios do mundo: o Shangai Stadium. Construído em 1997 para receber partidas da oitava edição dos Jogos Nacionais da China, esse estádio ficou famoso no país por receber diversos tipos de eventos e modalidades esportivas, se tornando um “clássico estádio multi-uso”. É claro que boa parte da sua utilização acaba sendo voltada para o futebol, mas ele está longe de ser uma estrutura voltada apenas para essa função. Mais tarde, em 2008, a China foi o país sede das Olimpíadas e utilizou o estádio para receber partidas e eventos importantes da competição. Alguns rankings dos maiores estádios do mundo o posicionam como décimo nono e outros como trigésimo maior, a questão é que independente da posição que ocupa, o estádio é gigantesco e chama a atenção de qualquer turista que visite a cidade chinesa. As fotos noturnas da cidade toda iluminada, com o enorme estádio bem no meio acabou se tornando um dos muitos cartões-postais da cidade. Com uma capacidade para até 80 mil torcedores, o número é bem reduzido quando o evento em questão é o futebol (isso por motivos de segurança), caindo para 56 mil torcedores. São 190 mil metros quadrados de área, uma das maiores coberturas de aço do mundo e 3 andares de arquibancadas circulares, além de mais de 100 cabines de camarote exclusivas. O estádio de Xangai é considerado o terceiro maior da China, ficando atrás apenas do Estádio Nacional de Pequim e Estádio Olímpico de Guangdong. Atualmente, o estádio é a casa do Shanghai Dongya Football Club, equipe da primeira divisão do Campeonato Chinês. Apesar de ser usado principalmente para jogos de futebol, o complexo ainda recebe jogos de rugby, shows, eventos alternativos e provas de atletismo. Para aqueles que visitarem a cidade de Xangai, vale a pena conferir o “monstro”.

CLUB DEPORTIVO EVEREST .

CLUB DEPORTIVO EVEREST .
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Poucos aqui no Brasil conhecem ou já ouviram falar do Everest, mas o clube equatoriano faz parte do seleto grupo de oito times que já conquistaram o campeonato nacional. O único título de expressão nacional veio em 1962 e isso faz com que o Everest seja considerado o oitavo clube mais bem-sucedido do país. Nos últimos anos eles vêm passando por um péssimo momento em sua história e atualmente se encontram apenas na terceira divisão, no entanto o clube já chegou a ficar dez temporadas na divisão de elite equatoriana. Daqui a três anos o clube completa sessenta anos desde que conquistaram seu único título, de qualquer forma os torcedores continuam esperançosos de que o clube consiga acesso pelo menos à primeira divisão. Ao longo dos anos o clube veio alternando com certa frequência entre a primeira e a segunda divisão e o rebaixamento para a terceira divisão ocorreu em 1983. No ranking geral feito pela Federação Equatoriana de Futebol, se encontram na décima nona colocação. Fundado no dia 2 de fevereiro de 1931, o nome é uma clara homenagem à montanha mais alta do mundo, o Monte Everest. O principal apelido do clube, por esse motivo, acabou ficando “O Time da Montanha”. Apesar de utilizarem um estádio que comporta somente 4 mil torcedores, com até certa frequência costumam utilizar o estádio Modelo Alberto Spencer Herrera, que tem capacidade para mais de 45 mil torcedores. Na temporada passada (2018) terminaram na quinta colocação e não conseguiram acesso para a segunda divisão. *ESTE É UM TEXTO BIOGRÁFICO DE CUNHO JORNALÍSTICO
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FUNDAÇÃO: 1931
CORES: Vermelho e Azul
APELIDOS: “Os Everestinos” “O Time da Montanha” “O Ciclone Vermelho”
MATERIAL ESPORTIVO: Fabricante Local
DIVISÃO TEMPORADA 2019: Segunda Categoria (terceira divisão)
SÍMBOLO: Montanha
ESTÁDIO: Alejandro Ponce Noboa com capacidade para 4 mil pessoas
CONFEDERAÇÃO: CONMEBOL (América do Sul)
SEDE: Guayaquil, 🇪🇨
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TÍTULOS: 1
Campeonato equatoriano: 1 (1962)
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#fut #clubesdefutebol #times #time#fute #soccer #equador #everest#ecuador #timesdefutebol #follow#futebol #soccerclubs #soccerteams#futebolequatoriano

ANDRZEJ SZARMACH

ANDRZEJ SZARMACH
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. *ESTE É UM TEXTO BIOGRÁFICO COM CUNHO JORNALÍSTICO*
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PAÍS: Polônia 🇵🇱
DATA NASCIMENTO: 03/10/1950
NASCIMENTO: Gdańsk.
POSIÇÃO: Atacante
ALTURA: 1,78m
CLUBES:
Arka Gdynia, Górnik Zabrze, Stal Mielec, Auxerre, Guingamp e Clerment Foot
SELEÇÃO:
Polônia de 1973 a 1982
(61 partidas e 32 gols) #craquedebola#jogadorescdf .
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Vamos agora voltar para a Polônia e falar sobre mais um grande jogador do leste europeu: Andrzej Szarmach. Apesar de seu nome ser extremamente complicado, seu futebol era simples, efetivo e objetivo. O atacante de 1,78 nasceu no dia 3 de outubro de 1950 e começou sua carreira profissional quando tinha 19 anos de idade. Sua cidade natal se chama Gdańsk, tem população de 500 mil habitantes e fica na costa do Mar Báltico. Por lá, é considerado um “herói” na cidade, inclusive com vários estabelecimentos carregando seu nome. Andrzej ganhou notoriedade e destaque muito mais pelas suas atuações na seleção polonesa do que nos clubes pelos quais passou, mesmo porque não chegou a vestir a camisa de nenhum grande clube em sua carreira. Ele fazia parte da “era de ouro” (década de 70) do futebol polonês. O atacante tinha ninguém menos que Grzegorz Lato na sua direita, Robert Gadocha na sua esquerda e ainda dividia espaço com seu parceiro de ataque, Kazimierz Deyna. O resultado desse grande time foi o terceiro lugar na Copa do Mundo de 1974, com o melhor ataque do mundial (foram 16 gols marcados). Na verdade, Szarmach era considerado reserva na época e foi beneficiado pela ausência do grande Wodzimierz Lubański. O artilheiro da Copa foi Lato com 7 gols, mas Andrzej ficou em segundo lugar empatado com Neeskens da Holanda, com 5 gols marcados. Dois anos depois, nas Olimpíadas do Canadá em 1976, Szarmach calou a boca de quem ainda duvidava de seu potencial, ao liderar o time polaco que obteve a medalha de prata. Nas Olimpíadas daquele ano, além de ter marcado expressivos nove gols, ainda foi eleito o melhor jogador do torneio mundial. Sempre com seu bigodinho e anotando gols sem parar, Szarmach jogou em clubes polacos até ser contratado pelo Auxerre. Foi ídolo no clube francês de 1980 até 1985. Depois de aposentar virou treinador.

SÉRIE BOLAS COPA DO MUNDO CONCLUÍDA

No dia 2 de janeiro de 2018, publiquei aqui na minha página tudo sobre a “Tricolore”, a bola utilizada na Copa do Mundo de 1998 (realizada na França) e com isso dei início ao trabalho de contar para todos vocês, sobre cada uma das 22 bolas utilizadas em cada um dos mundiais já disputados até hoje. É com enorme satisfação que hoje, depois de 1 ano e meio, posso anunciar que conclui essa tarefa. Sei que tem muitas pessoas que sequer seguiam a minha página quando comecei essa série e é exatamente por esse motivo que estou fazendo essa postagem.
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Eu criei uma hashtag exclusiva para essa série de postagens sobre bolas e convido todos vocês, que tem interesse em explorar mais esse assunto e que querem aprender mais sobre a principal protagonista do principal torneio esportivo do mundo e entender sua evolução ao longo do tempo, a lerem cada uma das 21 publicações que foram feitas. .
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A HASHTAG É: #BOLASCDF
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Informo que a partir de agora essa série vai continuar, mas obviamente não será mais sobre as bolas das Copas e sim sobre a história de bolas que marcaram o futebol. A hashtag continuará a mesma. .
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As 21 publicações feitas da série são as seguintes:
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• Bola da Copa de 1998 🇫🇷
• Bola da Copa de 1930 🇺🇾
• Bola da Copa de 1958 🇸🇪
• Bola da Copa de 1962 🇨🇱
• Bola da Copa de 1966 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿
• Bola da Copa de 1970 🇲🇽
• Bola da Copa de 1934 🇮🇹
• Bola da Copa de 1974 🇩🇪 .
• Bola da Copa de 1938 🇫🇷
• Bola da Copa de 1978 🇦🇷
• Bola da Copa de 1982 🇪🇦
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“Porque Futebol Também é Cultura”
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Muito Obrigado pelo apoio de cada um de vocês!!!👏👏👏👏👏👏👏👏
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Pedro Muroch

O CASO ZAHIA

Nossa série de polêmicas no mundo do futebol continua a pleno vapor. Hoje, vamos falar de mais um caso envolvendo atletas famosos e consagrados, que por algum motivo, acabaram cometendo terríveis erros, marcando suas carreiras profissionais e abalando suas vidas pessoais. Para lerem sobre outras reportagens, basta clicarem na hashtag #polemicascdf .
Em 2010, um caso envolvendo dois dos mais famosos jogadores da França estorou. O caso envolvia uma prostituta chamada Zahia Dehar, que depois ficaria tão famosa a ponto de ser considerada uma “celebridade” no país. E por quê? Porque ela “só” era menor de idade na época, só isso. Em 2010 ela procurou a mídia e confirmou os boatos que estavam sendo divulgados: teria recebido em 2008, quando ainda não tinha completado 18 anos, uma larga quantia de dinheiro para fazer sexo com os atletas. Na França a prostituição é legalizada, porém somente para pessoas acima de 18 anos de idade. Além de Ribéry e Benzema, o cunhado de Ribéry e Sidney Govou também estavam envolvidos na polêmica. Fontes na época divulgaram que Frank Ribéry teria pago 2 mil euros por programa. A notícia caiu como uma bomba na mídia, depois que a polícia francesa realizou uma blitz no Café Zaman, um tradicional bordel localizado na Champs Elysee. No caso, Zahia era uma das 18 garotas que trabalhavam na casa e ao passar pelo interrogatório da polícia acabou revelando o caso com os jogadores. Prontamente, todos os jogadores vieram a publico para se defenderem das acusações, afirmando categoricamente que não tinham conhecimento dela ser menor de idade. Em janeiro de 2014, quatro anos depois do escândalo vir à tona, a justiça francesa derrubou as acusações e livrou os dois atletas de cumprirem pena de três anos na cadeia. Os juízes do tribunal francês, depois de longa e demorada análise, concluíram que ambos jogadores não tinham conhecimento de que Zahia era menor de idade na época. O principal motivo para eles considerarem a inocência dos atletas, foi a própria Zahia ter admitido a omissão de sua verdadeira idade desde o início. O escândalo prejudicou bastante a imagem dos dois na época, mas foi rapidamente esquecido uma vez que eles foram inocentados.

Camisa Titular Internazionale 2010/2011

CAMISAS HISTÓRICAS #25
Minha página começou a contar a história das mais importantes camisas de futebol e suas respectivas histórias. Aprenda mais sobre as histórias por trás delas em nossa nova série de postagens. *CADA CAMISA UMA HISTÓRIA* Vamos agora, para a história da vigésima quinta camisa: #camisascdf
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PAÍS: Itália
CLUBE: Internazionale 🇮🇹
MODELO: Camisa Titular
ANO: 2010/2011
FABRICANTE: Nike
IMPORTÂNCIA HISTÓRICA: Uma camisa híbrida, uma mistura de camisa clássica com camisa moderna, uma camisa histórica e que é “Inter” em todos os aspectos.
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HISTÓRIA: Assim como a moda de maneira geral, os designs das camisas de futebol são cíclicos, apesar de seus ciclos durarem períodos maiores. Mas quem acompanha essa evolução ao longo da história, vem percebendo que esses “ciclos” estão cada vez menores, ou seja, ao invés de lançar um novo uniforme a cada dois anos, os clubes agora lançam até três novos uniformes na mesma temporada. A maioria das pessoas não gosta disso e critica essa postura dos clubes, que por sua vez só visam lucrar cada vez mais e mais. Como os lançamentos de novas camisas acelera cada vez mais, os designers ficam com menos tempo para elaborarem novas criações e por isso acabam apelando cada vez mais para camisas clássicas. Olhando essa camisa rapidamente, ela se parece como qualquer outra camisa “padrão” da Inter, ou seja, listras nas cores azul e preta, patrocínio da Pirelli, gola em V etc. Mas existe um detalhe escondido nessa camisa e ele é pouco perceptível: a camisa é uma versão repaginada da camisa utilizada pelo goleiro da seleção inglesa de futebol, na Eurocopa de 1988. Essa camisa não possui detalhes desnecessários e possui muita harmonia, principalmente no que se refere às mangas, uma vez que elas acompanham o desenho da parte central da camisa. O patrocínio da Pirelli é bem destacado no centro da camisa, a gola em V é inteira preta e ainda resta espaço para o brasão de campeão do mundo da FIFA (último titulo mundial conquistado pelo clube italiano, no ano de 2010). Essa camisa é extremamente valiosa para colecionadores e um item obrigatório para qualquer fã da Internazionale. O que você acha dessa camisa? Comente….